O Banco Central do Brasil proibiu fintechs e provedores de serviços de pagamento (eFX) de usar stablecoins e criptomoedas para transações com contrapartes estrangeiras. A partir de outubro de 2026, o regulador exige que as transações entre provedores eFX e contrapartes estrangeiras sejam realizadas exclusivamente através de canais de moeda tradicionais. As regras abrangem organizações de pagamento, emissores de dinheiro eletrônico e adquirentes. Enquanto isso, as VASP mantêm a possibilidade de usar stablecoins para pagamentos internacionais dentro de um canal de supervisão separado, ativo desde fevereiro de 2026. Bancos autorizados como VASP podem operar sob este esquema sem as restrições do eFX. Por exemplo, o Braza Bank e seu stablecoin BBRL (capitalização de $12,3 milhões) já são usados para transações internacionais em várias redes.
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Brasil limita stablecoins e pagamentos com criptomoedas em transações internacionais
O Banco Central do Brasil proibiu fintechs e provedores de serviços de pagamento (eFX) de usar stablecoins e criptomoedas para transações com contrapartes estrangeiras. A partir de outubro de 2026, o...