Os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social para burlar os sistemas de segurança de operadoras de telecomunicações. A principal ferramenta do grupo eram ataques de troca de SIM — duplicação e interceptação dos números de telefone das vítimas por meio de vulnerabilidades das operadoras. Depois disso, os fraudadores acessavam as contas das vítimas nas exchanges de criptomoedas e as esvaziavam completamente. Os recursos roubados eram lavados através de uma rede internacional de contas bancárias e carteiras digitais multimoeda. Os criminosos causaram prejuízos de dezenas de milhões de zlotys. O hacker Wojtek Kulis, conhecido pelo apelido "Merry", e outros três suspeitos estão sob custódia. Eles foram acusados de formação de organização criminosa, hacking e lavagem de dinheiro. Os fraudadores enfrentam penas de até 25 anos de prisão.
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A Polônia, com a ajuda do FBI, prendeu fraudadores envolvidos em ataques de troca de SIM contra exchanges de criptomoedas.
Os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social para burlar os sistemas de segurança de operadoras de telecomunicações. A principal ferramenta do grupo eram ataques de troca de SIM — duplicação...