A semana foi marcada por um aumento da pressão institucional sobre o mercado cripto em várias frentes ao mesmo tempo. A Strategy anunciou planos para levantar US$ 44,1 bilhões para aumentar sua posição em BTC, elevando a carteira para 762,1 mil BTC (US$ 53,6 bilhões). A SEC enviou à Casa Branca um projeto de regras para a classificação de ativos digitais, enquanto a CFTC formou um grupo de trabalho de inovação.
SEC: A chefe do departamento de fiscalização, Margaret Ryan, deixou a agência seis meses após sua nomeação. Segundo a Reuters, a causa foi divergências com o presidente Paul Atkins em casos contra Justin Sun (Tron) e Elon Musk.
CFTC: O regulador criou uma divisão para desenvolver a estrutura normativa nas áreas de criptomoedas, IA e mercados de previsão. Liderado por Michael Passalacqua.
Tributação: Os congressistas Miller e Horsford propuseram não tributar lucros de stablecoins inferiores a 1% ou US$ 0,01, além de isentar operações até US$ 200.
Califórnia: O governador Newsom proibiu funcionários do estado de usar informações não públicas para negociar em mercados de previsão.
Reino Unido: O primeiro-ministro Keir Starmer promove uma proibição de doações políticas em criptomoedas retroativa a partir de 25 de março.
Canadá: Steven MacKinnon apresentou uma proposta para proibir doações em criptomoedas devido aos riscos de interferência estrangeira.
Criptografia pós-quântica: O Google anunciou a transição para PQC até 2029. A Ethereum Foundation também planeja implementar soluções resistentes a quânticos até 2029.