Catherine Hanaway alega que eles facilitaram fraudes, além de cobrarem comissões excessivas. Eles também são acusados de violar a lei de proteção ao consumidor do estado. Nos últimos dois anos, 350 casos de fraude no Missouri estão relacionados aos criptocaixas. As perdas associadas aos dispositivos CoinFlip podem chegar a milhões de dólares. A procuradora-geral exige compensação para as vítimas, uma multa de até US$ 1,8 milhão e a proibição de atividade da empresa no estado. A CoinFlip, fundada em 2015, se posiciona como a "maior rede de criptocaixas em volume de transações". Eles operam 140 dispositivos no estado. A empresa afirma que Hanaway está perseguindo uma companhia licenciada e regulamentada ao invés de combater os organizadores de esquemas fraudulentos com criptomoedas.