Antes de seu colapso, o token era a segunda maior criptomoeda em capitalização, atrás apenas do BTC. O projeto foi lançado na Bulgária por Ruja Ignatova e Karl Greenwood. Ignatova continua sendo procurada pelo FBI desde 2017, enquanto Greenwood foi condenado a 20 anos de prisão. Eles alegavam que o OneCoin era garantido por ouro, que na verdade não existia. Além disso, o projeto nem sequer utilizava blockchain. Todas as "moedas" eram apenas números em um banco de dados controlado pela empresa. De 2014 a 2019, 3,5 milhões de pessoas sofreram perdas de $4 bilhões. No entanto, segundo algumas estimativas, as perdas chegam a $19 bilhões. O Departamento de Justiça começou a receber pedidos para compensação até 30 de junho. As autoridades destinaram $40 milhões em ativos confiscados para isso. O departamento reconhece que o reembolso completo é impossível. No entanto, continuarão a confiscar receitas ilegais para compensar as vítimas.
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O Departamento de Justiça dos EUA começou a compensar as vítimas de fraude com criptomoedas da OneCoin, no valor de $4 bilhões.
Antes de seu colapso, o token era a segunda maior criptomoeda em capitalização, atrás apenas do BTC. O projeto foi lançado na Bulgária por Ruja Ignatova e Karl Greenwood. Ignatova continua sendo procu...