A porta-voz do novo governo, Anita Kóbol, anunciou que a partir de 1º de julho de 2025, o uso de bolsas não licenciadas e operações não autorizadas de grandes somas seriam criminalizados no país. Indivíduos enfrentavam penas de prisão de 2 a 5 anos, dependendo do valor da transação. Além disso, fornecedores de serviços poderiam receber até 8 anos de prisão por operar sem uma licença do Banco Central. As regras também obrigavam a realização de uma verificação especial para operações de troca em moeda fiduciária e criptomoedas por outras criptomoedas. Isso forçou várias plataformas de criptomoedas, incluindo a Revolut, a deixar o mercado húngaro de criptomoedas. Além disso, a UE começou a avaliar essas restrições quanto à conformidade com as regras pan-europeias.